lunes, 24 de septiembre de 2012

Escritório inglês divulga vídeo sobre transformação do Rio para Jogos de 2016


Empresa de arquitetura britânica, responsável pelo projeto do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, divulga vídeo mostrando detalhes de transformação da área. Organizadores liberam também imagens da Vila Olímpica




A empresa de arquitetura britânica Aecom, responsável pelo projeto do Parque Olímpico de Londres 2012  e que foi contratada para fazer o mesmo trabalho nos Jogos do Rio 2016, divulgou nesta terça-feira um vídeo que mostra detalhes das transformações que ocorrerão na área escolhida pelo comitê do RIo 2016, na Barra da Tijuca, tanto para a parte das competições com o o legado que ficará para a população local .


O arquiteto Bil Murray, responsável pelo projeto, está animado com a oportunidade de trabalhar também nos Jogos do Rio 2016. "Esta será a primeira Olimpíada na América do Sul e o Rio de Janeiro é uma cidade mais linda do mundo.Vamos tentar refletir a beleza e espírito dela em nosso plano diretor", afirmou.
A maior preocupação de Murray diz respeito ao sistema de transporte da cidade, mas ele se mostra otimista por causa de recentes ações dos governos municipal e estadual do Rio. "As autoridades estão trabalhando bastante na questão do transporte e o que será positivo para nós é que muitas destas atualizações serão feitas até a Copa do Mundo de 2014", explicou.
Ao mesmo tempo em que o vídeo do Parque Olímpico foi mostrado pela empresa de arquitetura, os organizadores divulgaram novas imagens da Vila Olímpica e Paralímpica de 2016. As acomodações estão sendo projetadas para receber mais de 17 mil camas, superando assim o mínimo de 16 mil exigidos pelo COI (Comitê Olímpico Internacional). As novas imagens exibem também cenários do local de lazer para os atletas e da praça de recepção às delegações, onde ocorrerá a Cerimônia de Boas Vindas.
Confira imagens do Parque Olímpicos e outras instalações dos Jogos do Rio 2016













Brasil investe R$ 2,5 bi na formação de atletas de alto rendimento para os jogos do Rio 2016


As Atletas brasileiras Bia e Bianca





Plano Brasil Medalhas visa incluir País entre os dez primeiros no ranking olímpico 
O investimento nas equipes olímpicas e paraolímpicas brasileiras será de R$ 2,5 bilhões, de acordo com o Plano Brasil Medalhas 2016, lançado na última quinta-feira (13). “O Plano representa um recurso extraordinário de R$ 1 bilhão para os próximos quatro anos, além de R$ 1,5 bilhão que já estavam regularmente destinados ao esporte de alto rendimento”, diz o ministro do Esporte, Aldo Rebelo.
O objetivo é colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro. “É uma ajuda muito importante, principalmente para a vela, que precisa de uma estrutura específica”, avalia o velejador Bruno Prada, que espera contar com os recursos para subir ao pódio mais uma vez no Rio, após ter obtido o bronze em Londres na classe star, ao lado de Robert Scheidt. 
Para o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, é desafiadora a meta de passar do sétimo lugar no quadro de medalhas, conseguido em Londres, para o quinto lugar daqui a quatro anos. “Vai ser difícil, mas o Centro de Treinamento, que é um sonho da comunidade paraolímpica, vai fazer com que tenhamos condições de disputar com as grandes potências”, frisou o presidente do CPB, referindo-se ao projeto de apoio para a construção de um centro de treinamento para várias modalidades paraolímpicas, previsto no Brasil Medalhas.
Modalidades - O Ministério do Esporte priorizará os investimentos nas modalidades com mais chances de obter medalhas. Foram escolhidas 21 olímpicas e 15 paraolímpicas. A estratégia é obter, paralelamente, crescimento intensivo e extensivo no desempenho esportivo. Isso significa conquistar mais medalhas nas modalidades que já as obtiveram e chegar ao pódio nas que ainda não conseguiram.
As modalidades olímpicas selecionadas são: águas abertas (novo nome para maratona aquática), atletismo, basquetebol, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica artística, handebol, hipismo (saltos), judô, lutas, natação, pentatlo moderno, taekwondo, tênis, tiro esportivo, triatlo, vela, vôlei e vôlei de praia. As paraolímpicas são: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeiras de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, tênis de mesa e voleibol sentado.
As demais modalidades continuarão sendo apoiadas pelo Ministério do Esporte e seguirão recebendo recursos pelas fontes tradicionais de financiamento federal.
País terá 22 centros de treinamento
O Plano Brasil Medalhas 2016 destina R$ 310 milhões para construção, reforma e operação de 22 centros de treinamento, selecionados em conjunto com os comitês Olímpico e Paraolímpico, as confederações nacionais, clubes, estados e municípios. Desses, 21 são centros de modalidades olímpicas e um paraolímpico, seguindo a recomendação do Comitê Paraolímpico Brasileiro, que vai unificar todas as modalidades em um só local de treinamento. O apoio também prevê a aquisição de equipamentos esportivos.

Copa Verde: oportunidades de negócio para MPE sustentável




A sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo e gerar negócios para as MPE durante a Copa do Mundo 2014
Para uma empresa ser sustentável deve exercer quatro funções básicas: ser ecologicamente correta, economicamente viável, socialmente justa e culturalmente aceita. A sustentabilidade oferece à empresa vantagem competitiva diante dos concorrentes, já que, em longo prazo, seus lucros estarão relacionados à sua permanência no mercado.

Ao investir em sistemas produtivos para a geração e consumo de energia mais limpa, por exemplo, as micro e pequenas empresas contribuem para a sustentabilidade do meio ambiente. Além de gerar economia, a responsabilidade ambiental agrega valor à marca e traz diferencial competitivo para as empresas. 

Conforme pesquisa realizada pelo Sebrae (Sondagem de Sustentabilidade, 2011), 58% dos micro e pequenos empresários afirmam não possuir conhecimento sobre os temas sustentabilidade e meio ambiente, mas que apesar disso: 72% entendem que as micro e as pequenas empresas devem atribuir alta importância à questão do meio ambiente; e 79% acham que as empresas que adotam ações de preservação do meio ambiente podem atrair mais clientes. 

Em se tratando de oportunidades de ganhos, para 47% dos empresários consultados a questão ambiental representa oportunidades de ganhos para sua empresa; 40% não veem ganhos nem despesas; e 13% acham que a questão ambiental representa custos e despesas. 

Adoção de práticas sustentáveis

Inicialmente, a adoção de práticas sustentáveis não significa altos investimentos, pelo contrário, podem representar até mesmo diminuição de despesas para as empresas. Um exemplo é o uso racional de energia elétrica e de combustíveis por parte de tais empresas. 

No atual modelo de desenvolvimento econômico, é indispensável pensar que a sustentabilidade se tornou um diferencial competitivo e um fator fundamental para a sobrevivência das empresas. Neste sentido, a empresa ganhará competitividade se estabelecer práticas sustentáveis na sua relação com consumidores, clientes, fornecedores, funcionários e com a sociedade em geral. 

Para o Sistema Sebrae, “a sustentabilidade representa um modo de pensar o cliente e de efetivamente promover a competitividade das empresas no seu atendimento.”

Copa Verde

No que diz respeito à sustentabilidade, a Copa do Mundo de 2014 em nosso País será um marco, no qual o governo brasileiro adota medidas para que o evento seja o primeiro sustentável da história – uma oportunidade para a mudança de padrões, comportamentos, projeção da imagem do país e também uma ótima oportunidade para geração de novos negócios.

O passo inicial para realizar uma copa verde é construir os estádios nas 12 cidades-sedes de forma que eles gerem o menor impacto possível. Para isso, deve-se reduzir os danos ambientais utilizando tecnologias limpas que tornam seus estádios sustentáveis.

Além disso, deve-se implementar ações ecologicamente corretas, como: 

- Reciclagem de material provenientes da construção civil (demolição) da obra do estádio;

- Coleta seletiva;

- Dar o destino adequado para resíduos; 

- Reutilização de água; 

- Aproveitamento de energia solar e ventilação natural;

- Utilização de tecnologias limpas;

- Utilização de biocombustíveis.

Entre outras, as medidas acima já veem sendo praticadas na construção ou reforma das arenas e que serão capazes gerar uma economia de, aproximadamente, 30% do consumo de energia, 50% no consumo de água e 35% nas emissões de gás carbônico. 

Outra ação que vem sendo fomentada pelo Governo Federal é a de organizar uma cadeia de fornecimento de produtos orgânicos, de forma que estes alcancem grandes redes de hotéis, supermercados e restaurantes. Espera-se, com isso, incentivar a produção de orgânicos para a Copa de 2014 e que esses produtos conquistem mais espaço no mercado interno após o evento.

Oportunidade de negócio com a Copa

Em Seridó (RN), o Arranjo Produtivo Local (APL) da Bonelaria, projeto gerido pelo Sebrae/RN, viu na Copa de 2014 uma oportunidade para ampliar seus negócios junto a grandes compradores patrocinadores do evento da Fifa (ex.: Coca-Cola, Oi e Mac Donald). 

Identificaram que poderiam aproveitar um nicho de mercado: o de bonés ecologicamente corretos. Com isso, criaram um boné específico para este público: o tecido é de algodão natural (orgânico); o plástico usado na aba e outras partes é reciclável; aplicaram tecnologia de proteção contra raios ultravioleta; e as linhas não têm corantes artificiais.

Os bonés ecológicos serão vendidos para turistas nas 12 cidades-sedes durante o mundial. Será um produto diferenciado fabricado, inicialmente, em quantidade limitada, para ser vendido a um preço diferenciado e com foco na sustentabilidade.
Fonte: Sebrae